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martes, 28 de junio de 2011

QUERIAN IMAGENES:INFANTICIDIO: Los crimenes de la OTAN en Libia...



SOLO LE PIDO A DIOS
QUE EL DOLOR NO ME SEA INDIFERENTE
Así son los crímenes de la OTAN y EE.UU en Libia, para salvar "civiles"
ha conspirado impunemente una “Guerra Humanitaria” con el aval de la ONU. 
Puras mentiras, lo que pretende el fascismo e imperialismo es robar el petróleo y 
el agua de los Libios.
Estas imágenes y Videos deberían indignarte y exigir por que pare esta locura.
Desgarrador video muestra los cuerpos de varios niños asesinados por
la OTAN en Libia
 
TODO EL AMOR, SOLIDARIDAD Y AMISTAD
AL HEROICO PUEBLO DE LIBIA…!
 VER EN DIRECTO TV LIBIA: http://onlystream.net/FMS/webroot/ljbc.htm
EN DEFENSA DE LA NIÑEZ Y LOS DERECHOS HUMANOS DEL HEROICO
PUEBLO DE LIBIA
































































 











Enviado por: "Patria Querida" raicescubanas@yahoo.es

CONFLICTO ARMADO EN COLOMBIA: "EL CUERPO DE LA MUJER ES UN BOTIN DE GUERRA"

Redaccion: ADN CALI
martes 28 de junio de 2011

Entre el 2001 y el 2009 fueron 489.687 mujeres las victimas directas  de la violencia sexual  dentro del conflicto armado, este dato representa  que anualmente  las violentadas  fueron  54,410 mujeres, diariamente 149 y cada hora 6.
la cifra hace parte  de los resultados de la investigacion  de la "primera  encuesta  de prevalencia  de la violencia sexual  contra las mujeres  en el contexto  del conflicto armado  en colombia 2001-2011"
la investigacion se hizo  en el marco de la campaña " violaciones y otras violencias: saquen mi cuerpo de la guerra", promovida  por diversas organizaciones de mujeres.

para tal fin  fueron encuestadas 2693 mujeres  en el rango de edad  de 15 a 44 años, de 407 municipios  con presencia de fuerza publica, guerrilla, paramilitares u otros  actores  armados  del pais, en el departamento del valle del cauca el  estudio se centro  en el municipio de argelia.
dentro de los datos preocupantes, quedo  en evidencia  que de las  489.678 mujeres violentadas, solo  181.452 reconocen  haber  sido vicitmas.
con respecto  a los tipos de violencia: el 3.4% de las mujeres fueron victimas de violacion; el 0.28 %  de prostitucion forzada; el 0.7% de esterilizacion  forzada; el 6.31% de acoso sexual; el 1,74% de servicio domestico forzado y el 11.74% de regulacion de la vida social.
"cada hora  una mujer es violentada  en Cali y en todo el pais, estamos aterradas  de la situacion, porque el cuerpo de la mujer se ha vuelto  el botin de guerra  y por eso queremos  que el estado entre  a defenderla, a traves  de una solucion pacifica  del conflicto armado" dijo  Maria T Aristizabal , coordinadora  de ruta pacifica.

lunes, 27 de junio de 2011

Concluyó en Sao Paulo C.brasileña de solidaridad con Cuba (+ fotos)

Norelys Morales Aguilera.- Delegados de 16 estados de los 27 brasileños efectuaron en Sao Paulo la XIX Convención Nacional de Solidaridad con Cuba. 500 representantes propusieron acciones para sostener el desarrollo de acciones solidarias en el próximo año, perfeccionando la labor solidaria.
El bloqueo económico y mediático contra la Revolución cubana ocupó la sesión final de este sábado en el Memorial de América Latina, un impresionante espacio de 85.000 metros cuadrados inaugurado en marzo de 1989 y diseñado por Oscar Niemeyer, destacadísimo arquitecto gran amigo de la Revolución cubana.
Tres mujeres tuvieron a su cargo las exposiciones al plenario: Ana María Alfonso, profesora del Instituto Superior de Relaciones Internacionales de Cuba, la periodista del sitio Cubadebate Rosa Miriam Elizalde y Magali Llort, diputada y madre de Fernando González, uno de los cinco antiterroristas cubanos presos injustamente en Estados Unidos.

A continuación se produjo un emotivo intercambio de los brasileños, de todas las edades y numerosas organizaciones, al respecto del ejemplo, la inspiración y las realidades actuales de la Isla.
La noche anterior, en la inauguración, líderes y representantes de partidos políticos, agrupaciones sindicales y movimientos sociales coincidieron en destacar la gratitud de los brasileños con la Revolución cubana por haber acogido en el pasado a combatientes contra la dictadura militar (1964-1985) y ahora a jóvenes para formarlos como médicos, según la reseña de Alejandro Gómez, de Prensa Latina en Cubadebate.
Exaltaron el ejemplo que constituye la resistencia y permanencia de los ideales socialistas en la isla caribeña, la que uno de los oradores calificó como una de las más bellas páginas de la lucha contra el imperialismo.
Otros denunciaron la doble moral de Estados Unidos cuando dice ser el paladín de la lucha contra el terrorismo en el mundo, mientras mantiene desde hace 13 años injustamente encarcelados a los antiterroristas cubanos Gerardo Hernández, Fernando González, Ramón Labañino, Antonio Guerrero y René González.
Además de rechazar la arbitrariedad del gobierno norteamericano con Los Cinco Héroes Cubanos, los oradores abogaron por el fin del criminal bloqueo económico, financiero y comercial que Washington mantiene contra La Habana desde hace más de medio siglo.


Fotos: Norelys Morales Aguilera

Presidenta ICAP destaca crescimento solidariedade com Cuba no Brasi

http://convencao2009.blogspot.com/2011/06/presidenta-icap-destaca-crescimento.html
Obs: A presidente do ICAP refere-se a tradução e publicação das Diretrizes aprovadas no 6º Congresso do Partido Comunista de Cuba. A Associação José Marti de Santa Catarina se orgulha de ter encaminhado esta tarefa. Logo disporemos em nosso Blog a versão digital deste importante documento.
Fonte: PRENSA LATINA

São Paulo, 27 jun (Prensa Latina) A presidenta do Instituto Cubano de Amizade com os Povos (ICAP), Kenia Serrano, expressou hoje satisfação pelo fortalecimento do movimento de solidariedade com Cuba no Brasil.

Em depoimento a Prensa Latina, Serrano qualificou de extraordinariamente positiva a XIX Convenção Nacional de Solidariedade com Cuba no Brasil, efetuada no Memorial da América Latina, de São Paulo, entre 23 e 26 deste mês, onde participaram pouco mais de 500 delegados de 16 estados.

Brasil é um país irmão de Cuba e temos estado juntos ao longo de toda a história revolucionária, inclusivemente prévio ao triunfo da Revolução cubana, quando amigos e amigas brasileiras apoiaram a luta pela definitiva libertação da ilha caribenha, assinalou.

Voltando à convenção, a presidenta do ICAP sustentou que foi um reflexo do heterogêneo movimento de amizade com Cuba no Brasil, com representantes dos mais diversos movimentos sociais e forças políticas, inclusive de pessoas de outras nacionalidades residentes neste imenso país sul-americano.

Há que dizer que este movimento se fortaleceu muito no Brasil no último ano, como o reflete o fato de em 2010 se desenvolveram 10 encontros solidários a nível estadual e nacional, e em 2011 foram 15, mais da metade dos 27 territórios em que esta dividida esta nação.

Sabemos que para chegar a todos os estados ainda falta por percorrer, mas crescer em cinco em apenas um ano é um esforço bom, fruto do trabalho mancomunado dos amigos e amigas de Cuba no Brasil , sublinhou.

Serrano destacou aliás, que a Convenção teve por palco o Memorial da América Latina, uma das principais obras do famoso arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer. Desde sua criação, todos os países da região têm tido aqui um espaço para se encontrar, assinalou.

Tem sido importante que os amigos brasileiros conhecerem a realidade cubana, mas estão por saber mais, em particular do processo de atualização do modelo econômico e os debates do VI Congresso do Partido Comunista de Cuba (PCC), que têm sido muito bem acolhidopela solidariedade brasileira.

Perguntaram-nos muito sobre esses temas, referiu e comentou que algumas associações tomaram a iniciativa de traduzir os linhamentos (Diretrizes, N. E.) e os publicar para uma maior divulgação e conhecimento entre os membros da solidariedade.

Serrano salientou também o apoio e respaldo militante que manifestam os brasileiros para o processo revolucionário cubano, sobretudo na defesa que realizam da decisão do governo cubano de atualizar o sistema econômico para preservar o socialismo.

Referente nisso, contou que muitos se lhe aproximavam para lhe dizer que "se atualizem, mas sem perder o atingido" e acrescentou que assim será.

Com a aprovação da Carta de São Paulo, espécie de plano de ação para os próximos 12 meses, a presidenta do ICAP afirmou que os brasileiros assumiram o deasfio de incrementar ainda mais suas ações para quebrar o muro de silêncio sobre o caso dos cinco cubanos lutadores contra o terrorismo, presos injustamente nos Estados Unidos desde faz quase 13 anos.

Enquanto Fernando González, Antonio Guerreiro, Gerardo Hernández, Ramón Labañino e René González não forem livres e em seus respectivos lares, a tarefa principal é manter a exigência e demanda ao governo norte-americano para os libertar de maneira imediata, afirmou a presidenta do ICAP.

Também, prosseguiu , é preciso continuar no combate para pôr fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro que por mais de meio século mantém os Estados Unidos contra Cuba.

Nesse sentido, manifestou que os grandes meios de imprensa brasileiros não são a exceção no mundo e se somam aos monopólios informativos que ocultam a verdade e mentem sobre a realidade na ilha caribenha. O movimento solidário busca ações inteligentes para combater essa situação, frisou .

Conversando sobre as próximas tarefas, Serrano revelou que conheceu a preparação de uma boa representação brasileira na brigada Latino-americana e Caribenha que estará na ilha de 1 a 15 de agosto.

Assim mesmo, continuo, o Brasil tem prestes sua delegação para o encontro continental de solidariedade com Cuba a realizar-se no México, de 6 a 9 de outubro deste ano.

Por último, a presidenta do ICAP destacou a composição da delegação cubana que participou em XIX Convenção, integrada ademais por Magali Llort, deputada e mãe de Fernando González, um dos cinco antiterroristas cubanos, e o coronel aposentado e combatente de Playa Girón José Ramón Herrera.

A presidenta do Instituto Cubano do Livro, Zuleika Romay, a professora de Instituto Superior de Relações Internacionais Nidia María Alfonso e a jornalista Rosa Miriam Elizalde, coordenadora do sitio Cubadebate, completaram a delegação cubana no encontro.

sábado, 25 de junio de 2011

IDEAS QUE DERRIBAN EJERCITOS: NORELYS MORALES AGUILERA


http://cubacoraje.blogspot.com/2011/06/ideas-que-derriban-ejercitos-norelys.html



Periodista cubana en Viamão cuenta un poco de su experiencia con los nuevos medios de comunicación que están transformando el mundo

Ella es categórica al afirmar que la revolución no ha terminado. Contrariamente a lo que muchos piensan, la revolución que predica no va a ocurrir con soldados armados o luchas sangrientas. "Es la hora de la revolución de las ideas, de formar una nueva mentalidad", sostiene Norelys Morales Aguilera, una de las más respetadas periodistas y blogueras de Cuba, que se encontraba en la tarde del miércoles en Viamão para asistir a una conferencia de prensa para periodistas y blogueros viamonenes, en la Sala de Concejales.
Norelys llegó a Porto Alegre la semana pasada para asistir a la reunión de bloggers y usuarios de Twitter Gaucho, que tuvo lugar en la capital los días 27, 28 y 29 de mayo y a la VI de la Convención Estatal de Solidaridad con Cuba, que tendrá lugar los días 4 y 5 del presente mes, en la Asamblea Legislativa.
En la reunión con la prensa local, entre los temas tratados, la periodista cubana habló sobre la libertad de prensa, el acceso a Internet, el contenido de noticias y la ideología en las comunicaciones desde la perspectiva de un país que sufre un bloqueo económico y mediático por más de 50 años. "Los grandes medios de comunicación sólo responden a los intereses de sus propietarios y no a los blogueros y internautas. E incluso después de todos estos años, estos medios no pueden perdonar la independencia y la autonomía del pueblo cubano ", dijo explicando la publicidad negativa para el régimen socialista del archipiélago cubano.
“Yo no vengo como alguien que representa al gobierno cubano. Vengo como una persona normal, para intercambiar informaciones y experiencias, como bloguera y periodista”, advirtió. Aún así, Norelys, es una defensora a ultranza del modelo cubano de socialismo y de los avances que la revolución trajo a su país. “No se engañen, los grandes medios están interesados en vender al mundo una imagen de un país derrotado, pero no es verdad. Vivimos en Cuba, como se vive en cualquier parte del mundo”, dijo.
Es contra este imperio mediático, que surge una red de Internautas y blogueros que utilizan las redes sociales y los sitios web para denunciar el bloqueo cultural y económico a Cuba. "En realidad, el ejemplo de la democracia cubana es insoportable para el modelo capitalista que controla el mundo", bromea.

El papel de los blogs

Y es en este contexto que Norelys encuadra el papel de los blogs y las redes sociales. Ella dice que, contrariamente a lo que predican los países que mantienen el bloqueo cultural y económico contra el régimen cubano, los blogs y la prensa libre en Cuba muestra la realidad y lo que realmente sucede en la isla. "Como cubana, sé que mi país no es perfecto, pero ¿cómo pueden decir que un país que tiene uno de los mejores y más justos sistemas de salud y los mejores índices de escolaridad de las Américas, educación de las Américas es un modelo fracasado?", pregunta.

Esta nueva era de democratización de la información, para ella, va a continuar dando dolores de cabeza a los países capitalistas y sus aliados. Ella justifica la vigilancia y la propaganda negativa que hacen del sistema socialista cubano como un medio para controlar la verdad. “Imagine a dos millones de cubanos dando cuenta del ejemplo cubano? Sería muy embarazoso para los que luchan contra el régimen socialista de Cuba”. Para ella lo más importante es que el modelo cubano no puede ser estigmatizado. “¡No idealicen a Cuba! Somos una sociedad de hombres y mujeres que también cometen errores, pero si el socialismo cae en Cuba será culpa única y exclusiva del pueblo cubano ", dijo recordando las campañas y proyectos financiados por los principales gobiernos para derrocar el socialismo.

Al final de las casi dos horas de reunión, la periodista cubana defendió la democratización de contenidos en los nuevos medios de comunicación, que son una oportunidad para difundir las nuevas ideas. "”Un nuevo orden crece en las redes sociales, en la difusión y democratización de las informaciones. Una idea, bien desarrollada, puede derrotar a un ejército ", finalizó.

Visita a los Hijos de Sepe
Antes de la reunión en la Junta de Viamão, Norelys tenía sumo interés en conocer el asentamiento Los Hijos Sepé, uno de los ejemplos de reforma agraria en nuestro estado, ubicado en la RS-040, en el paso Vicario. "Veo a Cuba aquí, cuando veo a los campesinos que viven de su producción. También fue feliz al saber que hijos de dos de las familias de colonos están estudiando medicina en Cuba. "¿En qué otro lugar del mundo el hijo de un agricultor puede sentarse en los bancos de la escuela de una de las profesiones más respetadas? En Cuba es posible”, dijo.

Texto original tomado de http://colunadogersonalves.blogspot.com/

Traducc. Rosa C. Báez

martes, 21 de junio de 2011

CRECIMIENTO ECONOMICO EN COLOMBIA, LO QUE NUESTROS NIÑOS NO PUEDEN DISFRUTAR; TRABAJO INFANTIL UN MAL QUE DEBERIA AVERGONZAR A LOS GOBERNANTES


por:javier lopez

El fondo monetario internacional acaba de colocar a colombia en el cuarto puesto entre las naciones suramericanas con mayor crecimiento economico tras alcanzar un porcentaje de 4.6%, ubicado por debajo de peru, chile y argentina, coincide este informe con las afirmaciones del presidente santos y varios de sus ministros en el sentido de que "correran rios de leche y miel", es decir que los colombianos viviremos una bonanza economica como nunca antes la vivimos, los curioso o  mas bien triste es que los niveles de desempleo, informalidad (rebusque) tambien aumentan, asi como la marginalidad y la sensacion de "crisis" o desaliento que sienten muchos colombianos, aunque tambien es justo decir que alterno a esta sensacion una pequeña clase media alta hace ostentacion de sus ingresos con abarrotados centros comerciales, donde los parqueaderos  no dan abasto y los concesionarios de autos anuncian un aumento en la venta de autos, asi como de apartamentos en conjuntos residenciales estrato 4 y 5, no en vano un funcionario de al ONU confirmo que uno de los graves probleamas de colombia es la desigualdad social que continua imparable y que se reafirma cuando colombia ocupa tambien los primeros lugares con salarios altos a ejecutivos.
volviendo al cacareado crecimiento economico, un informe publicado en un diario local, da cuenta  de la grave situacion social  que vive el pais y en este caso se refiere al caso especifico de cali (tercer ciudad colombiana) con el crecimiento del trabajo infantil, lo cual plantea una contradiccion que nuestros gobernantes estan poco interesados en resolver y que seguramente poco les quita el sueño,leamos:

Trabajo infantil, un mal que ronda a los hogares caleños

 http://www.elpais.com.co/elpais/cali/trabajo-infantil-mal-ronda-hogares-calenos

"Un informe del Observatorio Social reveló que el 80% los niños que labora en Cali lo hace entre 6 y 8 horas diarias. El promedio de ingresos mensuales de los menores es de $77.000".


En Cali al menos 279.000 niños realizan oficios en sus hogares, cifra que tiene preocupadas a las autoridades locales porque si bien los infantes en muchos casos no son expuestos a actividades que generen ingresos, son explotados por sus propias familias al interior de las casas dedicándolos a labores que ponen en riesgo su integridad física, emocional y mental.
Dicha situación se dio a conocer por el Instituto Colombiano de Bienestar Familiar, Icbf, en vísperas de la conmemoración del Día Mundial Contra el Trabajo Infantil, que tiene lugar mañana.
“Un niño o niña no debe estar preocupado por tener que preparar el almuerzo o tener que atender a sus hermanos menores, esa tarea es de la familia responsable y protectora de la niñez”, sostuvo Jhon Murillo, director regional del Icbf.
Según el Departamento Administrativo Nacional de Estadística, Dane, 109.202 de estos niños caleños trabajan en sus hogares porque sus padres consideran que es una responsabilidad de los menores colaborar en los oficios de la casa o el negocio familiar.
“Una cosa es que estas actividades se desarrollen dentro de un marco educativo que impulse el bienestar y otro muy distinto que se convierta en una responsabilidad que claramente debe ser de adultos. Labores como hacer los alimentos, cuidar los hermanos o realizar actividades fatigantes dentro del negocio familiar no son propias de niños”, sostuvo la psicóloga familiar de la Universidad Javeriana, María Clemencia Valderrama.
Según el Icbf, otras de la cifras reveladas por el Dane y que hay que tener en consideración son los 34.368 niños y adolescentes que no están en ningún centro educativo, no laboran, ni buscan empleo. De ellos, 16.537 están entre los 15 y 18 años.
Voceros del instituto explicaron que estos niños y jóvenes están más expuestos a involucrase en actividades ilícitas.
Los que trabajan en la calle
Otra situación expuesta por el Icbf y el Dane son los niños que trabajan en la calles de Cali, que ya suman 43.000.
Según los entes nacionales, en la ciudad las peores formas de trabajo infantil son las relacionadas con comercio en calle, trabajo infantil doméstico y la explotación sexual comercial.
Las categorías establecidas por el Dane indican que el comercio es la actividad a la que más se dedican los niños y niñas, registrando una cifra de 23.365.
En Cali y el Valle del Cauca, el Icbf tiene identificado que el rango de edad de niños y adolescentes que más trabajan es el de 15 a 17 años, y el de menor incidencia es el de 5 a 9 años. Indicando que a más edad más vinculación al trabajo.
Mariluz Zuluaga, secretaria de Bienestar Social y Desarrollo Comunitario de Cali, sostuvo que para combatir este problema se firmó una alianza entre los sectores público y privado que busca adelantar la estrategia para erradicar cualquier forma de trabajo infantil.
“Las acciones frente a la problemática del trabajo infantil deben ser articuladas y en Cali ya se dio el primer paso con la alianza público y privada que ya está en marcha”, sostuvo Zuluaga.
Cifras que preocupan
Según el Dane, el 44,9% de los menores que laboran lo hacen en la calle y viven solos con su mamá.
Muchos de ellos dicen que salen a trabajar con ellas. Si por el contrario son varios hermanos, los mayores asumen las labores domésticas, incluyendo el cuidado de los más pequeños, dice el estudio del Observatorio Social de Cali.
El 47% de los niños que trabajan en la capital del Valle del Cauca lo hace en ventas ambulantes.
Se estima que el 39,4% de los niños encuestados por el Dane trabaja en horarios nocturnos.
Asimismo, el 60% de los niños y niñas que laboran en el país lo hace más de 14 horas a la semana, que es el rango permitido por el Código de Infancia y Adolescencia.
Según un informe del Observatorio Social, el 13% de los menores de edad que laboran en Cali están por fuera del sistema educativo.
Muchos de ellos sobrepasan los 8 años y son analfabetas. Asimismo, se han reportado casos de niños que están cursando los grados 3 y 4 de primaria y no saben leer y escribir.


domingo, 19 de junio de 2011

Unos 200.000 colombianos aterrados por la violencia buscan paz en Venezuela

por javier lopez
publicamos a continuacion el articulo aparecido en la revista semana con respecto a los colombianos que buscan refugio en el hermano pais venezolano, la verdad esto no es nuevo, venezuela a sido siempre un refugio para los colombianos que debe salir de su pais ante la falta de oportunidades y la violencia, la situacion economica de nuestro pais a obligado a miles de compatriotas a buscar nuevos horizontes y venezuela por su bom petrolero a sido una de las primeras sino la mejor alternativa, ahora bien esta misma revista publico un articulo la semana pasada,sobre la llegada de venezolanos a colombia,estos venecos a diferencia de los colombianos que llegan a venezuela, personas humildes o trabajadores, son empresarios, oligarcas, "artistas" ,ex-funcionarios (altos ejecutivos)de pdvsa, etc, es decir los motivos pora que se de  este "intercambio" de inmigrantes no es el mismo, los de aca se van buscando salvar sus vidas, los de alla llegan porque no comparten el gobierno de chavez o porque perdieron hace mas de 10 años el control (manejo) politico de su pais, de todas maneras los colombianos salimos perdiendo porque permitimos que nuestros conciudadanos tengan que seguir saliendo de aqui en busca de un futuro mejor que no encuentran en la nacion que los vio nacer y  porque a mas de tener que aguantarnos a los burgueses  de aqui con toda su prepotencia  y cinismo,ahora tambien tendremos que soportar a los de alla,  este es el enlace juzguen ustedes: http://www.semana.com/nacion/llegaron-venezolanos/157924-3.aspx.

 200.000 colombianos aterrados por la violencia buscan paz en Venezuela 
 
Unos 200.000 colombianos atemorizados por la violencia viven refugiados en Venezuela, donde salen adelante mientras ven cómo el conflicto armado se acerca de nuevo a sus vidas por la cada vez mayor presencia de paramilitares a su alrededor.
La mayoría se afincaron en Venezuela tras cruzar el puente Simón Bolívar, uno de los pasos fronterizos más dinámicos de Sudamérica y que une a la colombiana Cúcuta con San Antonio de Táchira.
A pocos kilómetros de San Antonio está Ureña. Allí se concentra una importante comunidad de colombianos, todos humildes, que han encontrado en Venezuela un Estado que les ofrece salud y educación. La causa de este desplazamiento masivo es "la violencia generalizada en diferentes manifestaciones que se dio en muchas comunidades en Colombia" a través de amenazas, reclutamiento de jóvenes y asesinatos. 
Así lo explicó el jefe del Alto Comisionado de la ONU para los Refugiados (ACNUR) en el estado de Táchira, Enrique Vallés, quien afirmó que la mayoría "ha sufrido en Colombia hasta dos o tres desplazamientos previos antes de decidirse a cruzar la frontera". Según Vallés, unos 15.000 colombianos tienen estatus de refugiado, pero "hay alrededor de 180.000 personas invisibilizadas", que buscan regularizar su situación. María Liduvina Blanco es una de estas colombianas "invisibles". Llegó a Ureña hace tres años desde Valledupar, capital del César, después de que "grupos armados" asesinaran a su esposo en presencia de su hija. "Él nunca me dijo que lo habían amenazado. Como tres o cuatro días (antes) veía a unos manes raros. El 27 de noviembre de 1998 pasaron a las 7.40 de la noche y lo cogieron a tiros delante de nosotros. La niña tenía siete años", relató. Ahora se gana la vida cosiendo jeans, una pujante industria en la zona, y no quiere acordarse de Colombia ni de sus victimarios. Federico Ramos, quien llegó a Ureña hace ocho años y ya tiene el estatus de refugiado, sí habla con claridad sobre los que le obligaron a dejar su aldea cercana a Aracataca, en Magdalena. "Un 30 de noviembre de 2002 llegó un guerrillero con un fusil buscándome para que le vendiera un cerdo", reveló Ramos. Regresaron, pero él ya no dormía en su casa sino en "un chamizo en el monte". Ese día solicitó ayuda a la Cruz Roja y viajó con su familia a Cúcuta; el 4 de enero de 2003 estaba en Venezuela. Federico tiene hoy una tienda de comestibles y no habla de lo que ocurre alrededor de su negocio, pese a las pintadas en los muros del barrio con leyendas como "muerte a los sapos" y los rumores sobre extorsiones a comerciantes. El campesino Víctor Manuel Silva lleva cinco años en Ureña con sus seis hijos y su esposa. Esta familia abandonó Valledupar cuando las Autodefensas Unidas de Colombia (AUC), lideradas en esa zona por alias "Daniel", le arrebataron su tierra. "Llegaron las Autodefensas y como estábamos en medio de los ricos, empezaron que si los vendíamos, nos pedían cuotas, vacunas", explicó, al agregar que la decisión de abandonar su finca fue cuando "Daniel" asesinó a un compañero en presencia de su propio hijo. "Me desalojaron de la parcela y se quedaron con todo", aseguró Víctor en su humilde vivienda de zinc construida en una quebrada que pone en peligro a la familia cuando crece el río. Silva, si bien tiene palabras de gratitud para el Gobierno de Venezuela y para ACNUR, reconoce que la seguridad en Ureña se está agravando por la llegada de paramilitares colombianos. "Yo no salgo para nada, sólo a la bodega o hacer mercado", explicó, convencido de que "son paramilitares de Colombia los que mandan aquí". Y es que el modus operandi de estas bandas es similar al de los paramilitares: deciden donde pueden instalarse las familias y quienes deben salir fuera de un asentamiento. De forma similar se expresó otra colombiana que pidió el anonimato por temor a represalias. Ella huyó de un barrio de Cúcuta, donde la guerrilla tomó el control y amenazó a su hijo de nueve años cuando fue testigo de un secuestro. Ahora tiene un negocio próspero y le inquieta que los paramilitares impongan la ley. Esta mujer es un ejemplo de la tragedia colombiana. Primero fue víctima de la guerrilla y ahora, en Venezuela, teme que los paramilitares le puedan robar la paz que tanto le costó encontrar. Con motivo del Día Mundial del Refugiado, ACNUR ha organizado este lunes un acto cultural y de hermandad sobre el puente Simón Bolívar con el objetivo, según Vallés, de llamar la atención sobre la situación de estos buscadores de una paz que sólo han logrado en el país vecino.
  EFE

miércoles, 15 de junio de 2011

CARCELES COLOMBIANAS: EN LAS PROFUNDIDADES DEL INFIERNO



Por: Iván Cepeda Castro / Representante a la Cámara

"Los reclusos de la cárcel de Valledupar presentan enfermedades cutáneas que no pueden ser atendidas por el insuficiente servicio médico, en un centro carcelario construido hace 11 años".


A la entrada del Establecimiento Penitenciario de Alta y Mediana Seguridad de Valledupar se lee en un aviso: “En este establecimiento se respeta la dignidad humana. Aplicando siempre la ética y un sistema de calidad en todos sus procesos”. Es como un preámbulo cargado de ironía a la triste realidad que se vive dentro de sus muros. La gente le llama “La Tramacúa” por sus imponentes dimensiones. Su construcción data de apenas once años atrás y es producto de un convenio de cooperación entre Colombia y Estados Unidos para el mejoramiento del sistema penitenciario, que aportó 4,5 millones de dólares del Plan Colombia y el diseño del Buró Federal de Prisiones. Sus especialistas supervisaron la obra y capacitaron a los guardias. El propósito de esta cárcel era ser el centro piloto del país para poner en práctica un nuevo modelo penitenciario a imagen y semejanza del que se utiliza en las prisiones norteamericanas.

El experimento ha resultado un caro y peligroso fracaso. Mientras en muchos lugares de la Costa Atlántica la gente está con las inundaciones al cuello, los 1.354 internos de “La Tramacúa” tienen que luchar a muerte todos los días por el agua. Al centro penitenciario el líquido no llega en suficiente cantidad ni con la presión necesaria. De ahí que los internos sólo puedan tener el servicio en dos momentos del día, por quince minutos cada vez. Como la penitenciaría consiste en torres de cinco pisos donde están las celdas, el agua que no tiene presión suficiente no puede llegar a los pisos por las tuberías. Los 175 presos que hay en cada torre tienen que disputarse por todos los medios llenar sus recipientes en pocos grifos. “Cuando entras al baño por el agua —me dijo un hombre con los ojos desorbitados—, llevas en una mano el galón y la en otra el puñal”.

Los tumultos que se forman todos los días para recoger el fluido cobraron en enero pasado la vida de un recluso, en el patio cuatro, en medio de una pelea. Al parecer, el sofisticado diseño de los norteamericanos no previó para el establecimiento carcelario el adecuado suministro del líquido vital ni evaluó la limitada capacidad del ente que manejaba el acueducto en el municipio. Hoy el director del penal, Leopoldo López, se limita a señalar a Emdupar como único responsable de este aspecto de la crisis.

La falta de agua genera otras graves consecuencias. Basta entrar a la cárcel para percibir el hedor de los excrementos que, prácticamente, están por todas partes. Desde las celdas sin agua los prisioneros deben arrojarlos por las rendijas al exterior de las torres.

Según informes que tuve en mis manos, elaborados por la Secretaría de Salud del Cesar, que viene realizando periódicas visitas y controles microbiológicos a los alimentos que consumen los internos, en los últimos tres años todos los estudios bacteriológicos han detectado presencia de coliformes en ellos, especialmente del género escherichia, que identifica la presencia de materia fecal. La imposibilidad de lavar su ropa genera constantes enfermedades cutáneas en los reclusos, las cuales no pueden ser atendidas por el insuficiente servicio médico.

Toda esta insalubridad se da en medio de las sofocantes temperaturas de la región. La prisión no cuenta con sistemas de ventilación. En ese ambiente altamente hostil, los presos experimentan estados de profunda depresión psicológica: los medios de comunicación han registrado varios casos de suicidio.

El cuadro se completa con el riguroso régimen disciplinario que copia los preceptos carcelarios de Estados Unidos: anteponer sin miramientos la seguridad a los derechos, crear un régimen de aislamiento prolongado y control total sobre los internos, someterlos a tratos crueles y degradantes, elevar al máximo los niveles de enfrentamiento entre ellos y privilegiar a grupos que sirvan para mantener el orden. No es raro, en ese contexto, que se les someta a castigos como los aislamientos, que varían desde meses hasta años, o las llamadas “calles de honor”, dos hileras de guardias por cuyo centro es obligado a pasar el recluso para recibir una andanada de garrotazos, puños y patadas, o las golpizas precedidas de gases lacrimógenos en los patios, algunas veces practicadas en la noche por guardias encapuchados.

No obstante, el comandante de vigilancia, mayor Ángel Rodríguez, señala que lo que ocurre es que la penitenciaría practica “las nuevas técnicas penitenciarias”, técnicas norteamericanas, por los antecedentes de seguridad, ya que los internos atacaban a los abogados y médicos. El subdirector operativo de la regional norte del Inpec reconoce que la penitenciaría de Valledupar registra el mayor número de denuncias y quejas por maltrato de la guardia. Sin embargo, según un reporte que recibí de la misma institución, 39 casos de quejas presentadas entre 2008 y 2009 se dejaron sin evaluar y de 92 quejas presentadas en la Oficina de Control Interno, sólo una se sancionó con suspensión del guardián.

Para rebelarse ante las condiciones denigrantes en las que viven, más de un centenar de internos han comenzado una protesta pacífica. Algunos se han declarado en huelga de hambre desde hace semanas y otros han decidido suspenderse en hamacas en el exterior de las torres del presidio.

En un informe de la Oficina de la Alta Comisionada para los Derechos Humanos de la ONU, ya para octubre de 2001 se denunciaban serias irregularidades y prácticas abusivas que originaban tratos crueles, inhumanos o degradantes. A pesar de lo anterior, la penitenciaría de Valledupar ostentó con honor el Certificado de Aseguramiento de la Calidad, aplicado a las actividades de Tratamiento al Interno y Administración del Establecimiento Penitenciario, mediante evaluación y aprobación de la norma ISO 9002/94, otorgado por el Icontec en julio de 2002.

Al presentar un panorama acerca de la situación de las cárceles colombianas, Eduardo Cifuentes, quien para la época era defensor del Pueblo, dijo que pasar revista a las condiciones penitenciarias en nuestro país era una “visita por el infierno”. La inspección de la cárcel de Valledupar es una visita a las profundidades del infierno.

sábado, 11 de junio de 2011

LEGALIDAD BURGUESA II, LA LIBERACION DEL PROFESOR MIGUEL ANGEL BELTRAN....NO LES QUEDABA DE OTRA


En libertad  El catedrático universitario Miguel Ángel Beltrán Villegas
por : javier Lopez
nota de entrada: bueno, dicen que primero cae un mentiroso que un cojo, aqui hay otra evidencia mas de que los montajes realizados contra varios dirigentes de izquierda asi como lideres sociales y hasta academicos como en este caso del porfesor beltran, terminaron cayendose ante la muy clara ilegalidad de la penosa accion militar cometida por el gobierno de alvaro uribe y el ex-ministro de defensa hoy presidente juan manuel santos en territorio ecuatoriano.
aunque algunos sectores reaccionarios tratan de desligitimar las acciones de su propia justicia burguesa, mas tarde que temprano tendran que aceptar lo inevitable la preclusion de todos aquellos procesos donde se pensaban utilizar las "supercomputadoras"de raul  reyes.


compartimos el siguiente articulo que compelmenta tan importante informacion

En libertad otra víctima de la coartada uribista del supuesto computador de Raúl Reyes

http://carloslozanoguillen.blogspot.com/2011/06/en-libertad-otra-victima-de-la-coartada.html#more
Por Camilo Raigozo

El catedrático universitario Miguel Ángel Beltrán Villegas, capturado de forma arbitraria en ciudad de México el 22 de mayo de 2009 con la complicidad del gobierno mejicano, tuvo que ser dejado en libertad al no haberse hallado pruebas que demostraran los delitos de los que se le acusaba.
Beltrán Villegas fue otra víctima más de la perversa estrategia uribista de judicializar a opositores del régimen inventándose para ello correos electrónicos existentes en un supuesto computador encontrado ileso en el bombardeo a Ecuador en el que fueron asesinadas 26 personas, entre ellas Raúl Reyes, líder de las Farc.
Los correos inventados criminalmente por el  régimen presidido por Uribe Vélez, había señalado al profesor Beltrán Villegas de ser un tal “Jaime Cienfuegos”, integrante de la ‘Comisión Internacional de las FARC’.
Con esa demencial estrategia inculparon de forma criminal a personas inocentes como Piedad Córdoba, Gloria Inés Ramírez, Wilson Borja, Carlos Lozano y otras víctimas  más entre las que se encuentran el presidente de la República Bolivariana de Venezuela, Hugo Chávez y Rafael Correa, presiente del Ecuador.

La última víctima de la diabólica estrategia que cayó en las fauces del Estado terrorista fue el director de la agencia Anncol, Joaquín Pérez Becerra, capturado el pasado 23 de abril en Venezuela.
La coartada del régimen denominada estratégicamente  ‘Farcpolítica’, tuvo principalmente dos propósitos, entre otros. Por un lado distraer a la opinión pública nacional e internacional de los centenares de escándalos de parapolíticos o políticos ‘paras’ (el orden de los factores no altera el producto), muy cercanos al presidente Uribe. Y por otro lado, para encarcelar, y en algunos casos asesinar, a los opositores políticos.
El presidente Santos, los altos mandos militares y en general toda la caterva uribista, encabezados por el procurador Ordoñez, se han opuesto con vehemencia a las sentencias inhibitorias dictadas, tanto por la Corte Suprema de Justicia, como por los jueces, en favor de las víctimas inocentes.
Con la complicidad de los influyentes consorcios de “comunicación” estos siniestros personajes están tratando de deslegitimar la actuación en derecho de las altas cortes y de los jueces, aduciendo que se está poniendo en alto riesgo la seguridad nacional’.
Le pidieron a la Corte Suprema de Justicia que tenga  “ponderación” en sus sentencias, a la vez que persisten sistemáticamente en la legitimidad de la coartada de los computadores.
Como la trampa del computador de Reyes les había salido bien hasta que CSJ los frenó, entonces decidieron que había que encontrar en los campamentos guerrilleros bombardeados computadores y USBs por docenas.
Esa fue la estrategia urdida en el bombardeo al Mono Jojoy en donde inventaron haber encontrado intactos 15 computadores, 94 memorias USB y 14 discos duros.

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